Indicações parlamentares a OSCs em propostas de 2026: veja quem lidera entre deputados e entre senadores!

Até 1º de outubro, 395 parlamentares individuais indicaram R$ 1,74 bilhão a organizações da sociedade civil em propostas registradas em 2026: R$ 1,42 bilhão por 331 deputados e R$ 290,1 milhões por 51 senadores. Como o limite das emendas individuais é diferente em cada casa, os rankings são apresentados separadamente.

Nas propostas registradas em 2026, até 1º de outubro, 395 parlamentares individuais indicaram R$ 1,74 bilhão a organizações da sociedade civil (OSCs), no TransfereGov. Desse valor, R$ 1,42 bilhão foi indicado por 331 deputados e R$ 290,1 milhões por 51 senadores. Em 13 casos, que somam R$ 30,3 milhões, a casa do parlamentar não pôde ser identificada. Somadas as indicações de comissões e de bancadas, o total do ano chega a R$ 2,26 bilhões, para 3.087 OSCs.

O levantamento é do Ingesto, a partir da base pública do TransfereGov. O ano está em curso e os valores ainda mudam.

Quantos parlamentares aparecem aqui, e por que não são todos

Este levantamento considera apenas as indicações feitas diretamente a OSCs: propostas em que a própria organização é a proponente no TransfereGov e recebe o recurso em seu CNPJ. Das 513 cadeiras da Câmara e das 81 do Senado, 331 deputados e 51 senadores aparecem com ao menos uma proposta desse tipo em 2026, ou seja, 64,5% e 63,0%.

Os demais não aparecem aqui: suas emendas podem ter outros destinos, como estados, municípios e fundos, ou outros caminhos de execução, que não passam por propostas de OSCs no TransfereGov. Esta publicação não mostra esses destinos. O número de parlamentares inclui suplentes e quem deixou o mandato no período, por isso a comparação com as cadeiras é aproximada.

O orçamento federal ajuda a dimensionar o que fica de fora. Pelos empenhos registrados no Portal da Transparência, de janeiro de 2025 a setembro de 2026 foram empenhados R$ 92,8 bilhões em emendas parlamentares com autor identificado, somando todos os tipos de autor. Só 5,0% (R$ 4,6 bilhões) tiveram como modalidade de aplicação as transferências a instituições privadas sem fins lucrativos. A maior parte foi para municípios (74,0%), seguida de estados e Distrito Federal (11,1%) e de aplicações diretas da União (9,3%).

Em 2026, o orçamento federal registra empenhos de emendas individuais para 790 autores, e 502 deles têm empenho em instituições privadas sem fins lucrativos; no TransfereGov, 395 autores aparecem com proposta de OSC. Ou seja, pouco mais de um terço dos autores com emenda empenhada (288 de 790, 36,5%) não teve nenhum empenho a instituições sem fins lucrativos. A comparação de nomes não foi feita autor a autor.

Como conferência, as propostas de OSCs somam R$ 4,5 bilhões indicados nos anos de 2025 e 2026 (R$ 2,2 bilhões e R$ 2,3 bilhões), valor da mesma ordem dos R$ 4,6 bilhões empenhados na modalidade de instituições privadas sem fins lucrativos. São medidas diferentes (indicado e empenhado), obtidas em sistemas distintos.

Ano da proposta e ano da emenda

O orçamento é anual, e por isso é preciso separar dois anos: o ano da proposta, em que a OSC registra a proposta no TransfereGov, e o ano da emenda, o exercício do orçamento a que a emenda pertence. O TransfereGov não traz o ano da emenda em um campo próprio, e o número da emenda que ele informa costuma ter 8 dígitos, sem o ano. No Portal da Transparência, o código completo da emenda tem 12 dígitos, e os quatro primeiros são o ano da emenda.

O Ingesto verificou, nos arquivos públicos do TransfereGov, que cada emenda está vinculada a um programa cujo código inclui o ano. Em 184.618 vínculos entre emenda e proposta, de qualquer tipo de proponente, o ano do programa é igual ao ano da proposta em 184.595 (99,99%). Nas propostas de OSC com emenda, a coincidência é total: o ano do programa é igual ao ano da proposta nas 36.619 propostas (100%), e nenhuma está vinculada a programas de anos diferentes. Por isso, este levantamento usa o ano da proposta, que coincide com o do programa a que a emenda está vinculada.

Por que deputados e senadores não podem ser comparados diretamente

A Constituição limita as emendas individuais a 2% da receita corrente líquida e divide esse limite: 1,55% para as emendas de deputados e 0,45% para as de senadores (art. 166, § 9º, na redação da Emenda Constitucional 126/2022, segundo nota da Câmara dos Deputados). Como a Câmara tem 513 membros e o Senado, 81, cada senador dispõe de um valor maior. Em 2026, o limite de emendas individuais de cada parlamentar é de R$ 40.252.007 para o deputado, segundo o SIOP, e de R$ 74.011.755 para o senador, segundo a base do orçamento do Congresso Nacional: o limite de cada senador é 1,84 vez o de cada deputado. Segundo reportagens, metade de cada emenda individual deve ser destinada a ações e serviços públicos de saúde.

Por isso, cada casa tem o seu ranking. Os valores abaixo são apenas as indicações a OSCs no TransfereGov e não representam o total das emendas de cada parlamentar. Para tornar os valores comparáveis, as tabelas trazem também a proporção do limite de cada casa que o parlamentar indicou a OSCs.

Deputados: os dez maiores em valor indicado

DeputadoUFPartidoIndicado (R$ milhões)% do limiteAprovado (R$ milhões)PropostasOSCs
Rodrigo RollembergDFPSB22,054,7%19,05444
Hélio LopesRJPL21,653,6%5,11711
Prof. Reginaldo VerasDFPV19,548,6%13,07561
Fred LinharesDFRepublicanos19,448,2%11,22523
Erika KokayDFPT18,947,1%15,011691
Bruno GanemSPPodemos18,145,1%18,111
Benedita da SilvaRJPT18,145,0%13,04948
Carlos JordyRJPL17,944,5%11,477
Luiza ErundinaSPPSOL17,242,6%14,22318
Pastor Henrique VieiraRJPSOL17,042,3%8,73934

Entre os 331 deputados que indicaram recursos a OSCs, a mediana é de R$ 2,0 milhões e a média, de R$ 4,3 milhões.

Senadores: os dez maiores em valor indicado

SenadorUFPartidoIndicado (R$ milhões)% do limiteAprovado (R$ milhões)PropostasOSCs
Leila BarrosDFPDT37,951,2%30,7141115
Izalci LucasDFPL28,338,2%13,45349
Magno MaltaESPL16,622,4%11,72323
Zequinha MarinhoPAPodemos15,420,8%11,21717
Eduardo GirãoCENovo15,220,5%11,04444
Sergio MoroPRPL14,219,1%8,81515
Astronauta Marcos PontesSPPL13,918,7%11,81717
Damares AlvesDFRepublicanos9,112,3%4,31111
Carlos PortinhoRJPL9,112,3%9,166
Teresa LeitãoPEPT9,012,2%6,02928

Entre os 51 senadores que indicaram recursos a OSCs, a mediana é de R$ 3,4 milhões e a média, de R$ 5,7 milhões.

Quanto do limite foi indicado a OSCs

O limite de emendas individuais vale para todos os destinos possíveis, e as indicações a OSCs são apenas uma parte dele. Somados, os limites dos 513 deputados (R$ 20,65 bilhões) e dos 81 senadores (R$ 5,99 bilhões) chegam a R$ 26,64 bilhões, valor igual ao total de emendas individuais de 2026 divulgado pela imprensa (R$ 26,6 bilhões).

Nas propostas de 2026, os deputados indicaram a OSCs R$ 1,42 bilhão, 6,9% do limite de todos os deputados, e os senadores, R$ 290,1 milhões, 4,8% do limite de todos os senadores. Entre os que indicaram, a média é de 10,7% do limite entre os deputados e de 7,7% entre os senadores; a mediana é de 5,0% e de 4,6%. Nenhum dos 395 parlamentares passou de 55% do seu limite: o maior é Rodrigo Rollemberg (54,7% do limite de deputado), seguido de Hélio Lopes (53,6%) e de Leila Barros (51,2% do limite de senador).

O valor indicado e o valor aprovado

O valor indicado é o repasse previsto nas propostas que não foram rejeitadas; o aprovado é a parte com a situação “Proposta/Plano de Trabalho Aprovados”. A diferença entre os dois varia muito. Entre os deputados, Bruno Ganem tem todo o valor aprovado (R$ 18,1 milhões, em uma única proposta para uma única organização), enquanto Hélio Lopes tem R$ 5,1 milhões aprovados dos R$ 21,6 milhões indicados. Entre os senadores, Leila Barros tem R$ 30,7 milhões aprovados dos R$ 37,9 milhões indicados, e Izalci Lucas, R$ 13,4 milhões dos R$ 28,3 milhões.

Brasília em destaque

Os dois maiores valores entre os senadores (Leila Barros e Izalci Lucas) e quatro dos dez maiores entre os deputados são de parlamentares do Distrito Federal. Os 3 senadores do DF somam R$ 75,2 milhões, 25,9% do valor indicado por senadores. Os 8 deputados do DF somam R$ 128,1 milhões, 9,0% do valor indicado por deputados.

Parlamentares das 27 UFs indicaram recursos a OSCs no ano, e o DF não é a maior: considerando a UF do parlamentar, o Rio de Janeiro reúne 23,2% do valor (42 parlamentares), São Paulo 19,1% (58 parlamentares) e o Distrito Federal 11,9% (11 parlamentares). A seção seguinte, com dados do orçamento federal, mostra uma diferença no destino das emendas dos parlamentares do DF.

Conferência com o orçamento federal

Para conferir os números do TransfereGov, o Ingesto cruzou as indicações com os empenhos do orçamento federal, publicados no Portal da Transparência, que divide a execução da despesa em empenho, liquidação e pagamento. A comparação usa os empenhos de emendas com autor identificado cuja modalidade de aplicação é “transferências a instituições privadas sem fins lucrativos”. O pagamento, que é o que chega à organização, vem do TransfereGov, pelo motivo explicado abaixo.

No empenho, as duas fontes concordam no total. Em 2026, as propostas de parlamentares individuais indicam R$ 1,74 bilhão a OSCs (TransfereGov, até 1º de outubro), e o orçamento federal registra R$ 1,71 bilhão empenhados por autores individuais a instituições sem fins lucrativos (até 28 de setembro): diferença de 2%. Em 2025, foram R$ 1,82 bilhão indicados e R$ 1,92 bilhão empenhados.

No pagamento, a fonte por parlamentar é o TransfereGov. O arquivo de pagamentos do Portal não traz o autor da emenda em campo próprio: ele só aparece no texto livre do documento, e só desde 27 de agosto de 2025. Em 2026, só R$ 32,6 milhões dos pagamentos a instituições sem fins lucrativos puderam ser ligados a um autor por esse texto, contra R$ 1,71 bilhão empenhado. O TransfereGov registra o desembolso em cada convênio, e por isso é dele o pagamento por parlamentar. Entre as indicações individuais de 2026, R$ 565,1 milhões (32,4%) dos R$ 1.742,9 milhões indicados já foram desembolsados; entre as de 2025, R$ 1.348,0 milhões (74,0%) dos R$ 1.820,7 milhões.

O desembolso do TransfereGov foi conferido com o valor liberado no Portal da Transparência. Entre os convênios das propostas de OSC com parlamentar de 2023 a 2026, 2.148 de 13.735 (15,6%) têm par nas duas fontes. Em 2.117 deles (98,6%) os valores coincidem, com diferença de até R$ 1; em 31, o valor do TransfereGov é maior, e em nenhum o do Portal é maior. Nos convênios pareados, o TransfereGov soma R$ 1.122,7 milhões desembolsados e o Portal, R$ 1.111,5 milhões. A conferência cobre cerca de 20% do valor desembolsado, e o motivo de o TransfereGov ser maior nos 31 casos não foi investigado.

Por parlamentar, os valores não coincidem, porque medem etapas diferentes: a proposta, o empenho e o desembolso. Em vários casos indicado e empenhado ficam muito próximos, como Bruno Ganem (R$ 18,1 milhões nas duas fontes) e Izalci Lucas (R$ 28,3 milhões e R$ 28,7 milhões). Em outros, a distância é grande: Hélio Lopes tem R$ 21,6 milhões indicados e R$ 8,9 milhões empenhados, e Leila Barros, R$ 37,9 milhões indicados e R$ 43,4 milhões empenhados. O desembolso mostra outra diferença: Bruno Ganem, com R$ 18,1 milhões empenhados, não tem nenhum desembolso no TransfereGov, e Leila Barros tem R$ 17,8 milhões desembolsados (47,0% do indicado).

O orçamento permite ver também quanto do total das emendas de cada parlamentar foi para OSCs, que o TransfereGov sozinho não mostra:

DeputadoIndicado a OSCs (TransfereGov)Empenhado a OSCs (orçamento)Desembolsado (TransfereGov)% pago do indicadoTotal empenhado em emendas% do total que foi a OSCs
Rodrigo Rollemberg22,019,912,657,4%27,971,2%
Hélio Lopes21,68,93,114,5%24,236,9%
Prof. Reginaldo Veras19,515,110,654,4%17,785,7%
Fred Linhares19,417,69,146,8%37,946,4%
Erika Kokay18,916,011,761,6%31,151,4%
Bruno Ganem18,118,10,00,0%40,045,4%
Benedita da Silva18,115,69,451,7%34,245,6%
Carlos Jordy17,918,24,927,4%35,850,7%
Luiza Erundina17,29,11,79,6%27,932,4%
Pastor Henrique Vieira17,011,75,532,3%29,439,8%
SenadorIndicado a OSCs (TransfereGov)Empenhado a OSCs (orçamento)Desembolsado (TransfereGov)% pago do indicadoTotal empenhado em emendas% do total que foi a OSCs
Leila Barros37,943,417,847,0%46,992,6%
Izalci Lucas28,328,79,935,0%65,743,7%
Magno Malta16,614,73,219,5%65,222,6%
Zequinha Marinho15,414,47,851,0%73,819,5%
Eduardo Girão15,210,44,227,9%43,923,7%
Sergio Moro14,215,10,42,5%70,021,5%
Astronauta Marcos Pontes13,99,51,510,8%46,520,4%
Damares Alves9,17,01,920,8%49,914,0%
Carlos Portinho9,17,95,661,7%63,212,5%
Teresa Leitão9,06,92,830,5%57,312,1%

Valores em R$ milhões. Indicado e desembolsado: propostas de 2026 no TransfereGov, até 1º de outubro. Empenhado: orçamento federal, de janeiro a 28 de setembro de 2026. Entre os dez maiores deputados, a parte do total empenhado que foi a OSCs varia de 32,4% (Luiza Erundina) a 85,7% (Prof. Reginaldo Veras), e a parte do indicado já desembolsada, de 0,0% (Bruno Ganem) a 61,6% (Erika Kokay). Entre os senadores, de 12,1% (Teresa Leitão) a 92,6% (Leila Barros), e de 2,5% (Sergio Moro) a 61,7% (Carlos Portinho).

O orçamento mostra ainda que o total empenhado por vários parlamentares em 2026 já se aproxima do limite de emendas individuais: Bruno Ganem, R$ 40,0 milhões, para um limite de R$ 40,25 milhões por deputado, e Zequinha Marinho, R$ 73,8 milhões, para um limite de R$ 74,01 milhões por senador. O que varia de um parlamentar para outro é a parte que vai a OSCs e a parte que já foi paga.

O destino das emendas dos parlamentares do DF

Os 11 parlamentares do Distrito Federal empenharam R$ 363,7 milhões em emendas individuais de janeiro a setembro de 2026, e 54,0% (R$ 196,4 milhões) foram para instituições privadas sem fins lucrativos. Entre os outros 779 autores individuais, essa parte foi de 6,5% (R$ 1,51 bilhão de R$ 23,19 bilhões). Isso explica o peso do DF nos rankings: os parlamentares do DF destinam a OSCs uma parte das suas emendas cerca de oito vezes maior.

No pagamento, as propostas de 2026 dos parlamentares do DF também estão mais adiantadas: R$ 99,5 milhões (48,9%) dos R$ 203,4 milhões indicados já foram desembolsados no TransfereGov, contra R$ 465,6 milhões (30,2%) dos R$ 1.539,5 milhões dos demais autores individuais.

A diferença entre os parlamentares do DF também é grande: vai de 92,6% (Leila Barros) a 14,0% (Damares Alves). Os dados não explicam por que o destino a OSCs é tão mais frequente entre os parlamentares do DF.

Quem indica: individuais, comissões e bancadas

Nas propostas de 2026, os parlamentares individuais respondem por 77,0% do valor indicado a OSCs (R$ 1.742,9 milhões), as comissões por 13,3% (R$ 300,2 milhões) e as bancadas por 9,7% (R$ 219,5 milhões). Comissões e bancadas não entram nos rankings acima.

Do indicado ao pago

Das propostas de 2026 (todos os tipos de autor), R$ 652 milhões (28,8%) já foram desembolsados. Como o ano está em curso, o percentual não é comparável ao de anos anteriores: nas propostas de 2024 e de 2025, 73,2% do valor indicado já foi desembolsado em cada ano, e esse valor ainda pode aumentar.

Como esses recursos chegam às organizações

Pela Lei 13.019/2014, os termos de colaboração ou de fomento que envolvam recursos de emendas parlamentares às leis orçamentárias anuais são celebrados sem chamamento público (art. 29). A lei prevê que essa dispensa não afasta a aplicação dos demais dispositivos (art. 32, § 4º).

Como os números foram calculados

  • Fonte: base pública do TransfereGov, consolidada pelo Ingesto, com dados até a carga de 1º de outubro de 2026.
  • Universo: propostas de OSCs com parlamentar individual como autor da indicação, registradas em 2026.
  • Ano: ano da proposta no TransfereGov, que coincide com o ano do programa a que a emenda está vinculada em todas as 36.619 propostas de OSC com emenda (ver acima).
  • Limite: R$ 40.252.007 por deputado (SIOP) e R$ 74.011.755 por senador (base do orçamento do Congresso Nacional), em 2026. O percentual do limite é o valor indicado do parlamentar dividido pelo limite da sua casa.
  • Casa, UF e partido: tabela de referência do Ingesto, conferida em páginas oficiais da Câmara dos Deputados e do Senado Federal. Em 13 casos (R$ 30,3 milhões) a casa não pôde ser identificada, por serem parlamentares fora de exercício, suplentes ou nomes com grafia diferente; eles não entram nos rankings por casa. O maior deles é Lenir de Assis, com R$ 6,1 milhões.
  • Valor indicado: repasse previsto nas propostas não rejeitadas. Valor aprovado: parte com a situação “Proposta/Plano de Trabalho Aprovados”.
  • Propostas rejeitadas e duplicatas são excluídas. Considera-se duplicata a proposta idêntica em OSC, ano, órgão, autor, emenda, valor e objeto. Quando mais de um parlamentar assina a indicação, o valor é dividido em partes iguais.
  • Orçamento federal: empenhos de emendas com autor identificado, publicados nos arquivos diários de despesas do Portal da Transparência, de janeiro de 2025 a 28 de setembro de 2026, agregados pelo Ingesto. Os autores foram associados pelo nome (20 de 20 nomes conferidos neste levantamento foram encontrados nas duas fontes).
  • Pagamento (desembolso): campo “valor desembolsado” do convênio no TransfereGov; conferido com o valor liberado por convênio no Portal da Transparência, na parte dos convênios em que há par nas duas fontes.
  • Os valores mudam a cada carga diária do TransfereGov.

Onde encontrar no Painel Federal

No Painel Federal (https://ingesto.org.br/painel-federal/), qualquer organização pode ser localizada pelo nome ou pelo CNPJ. O detalhamento das propostas e dos convênios de cada OSC no TransfereGov, e a consulta por parlamentar, são recursos para assinantes. Os rankings desta publicação ainda não têm página própria no Painel, e o ranking exibido hoje na seção de Estatísticas usa outro critério de cálculo e não separa deputados de senadores, por isso os valores diferem.

Levantamento do Ingesto, com dados do TransfereGov até 1º de outubro de 2026.

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