Ferramenta analisa hemogramas de rotina e identifica padrões para priorizar diagnósticos precoces no Brasil.

Daniella Castro e sócios fundam a Huna em 2022 para aplicar inteligência artificial em exames de sangue rotineiros. O algoritmo cruza marcadores de hemogramas para mapear o risco de incidência de câncer antes do surgimento de sintomas.
A empresa atua em oito estados brasileiros e atende principalmente operadoras de saúde privadas com um modelo de assinatura mensal. A startup também implementa um projeto piloto após vencer um edital da Secretaria de Saúde do Estado do Rio de Janeiro.

A tecnologia treina modelos computacionais com bases de dados que incluem milhões de exames anteriores para identificar padrões em células brancas e vermelhas. O sistema não diagnostica a doença diretamente, mas encontra padrões de risco aumentado para quatro tipos de câncer, incluindo mama, colorretal e de pulmão.
Organizações do terceiro setor ligadas à saúde pública acompanham a validação de ferramentas de rastreamento de baixo custo que podem ser integradas ao Sistema Único de Saúde. A expansão de tecnologias acessíveis apoia entidades na defesa por políticas públicas de prevenção e diagnóstico precoce.
Plataforma MROSC debate os vinte anos da Lei Maria da Penha
O GT de Mulheres promove reflexao sobre o papel das OSCs no enfrentamento a violencia de genero.

No dia 7 de agosto de 2026, a Lei Maria da Penha completa 20 anos. O Grupo Tematico de Mulheres da Plataforma MROSC promove uma reflexao sobre os avancos da legislacao. A organizacao ELO coordena essa iniciativa no ambito do Comite Facilitador.
Marcia Santana, representante do Instituto Mais Social, destaca a necessidade de mobilizacao coletiva. Ela aponta que as organizacoes sustentam acoes sociais em todo o pais. A ativista reforca que o autocuidado das trabalhadoras constitui uma estrategia de resistencia.

O debate alcanca a diversidade das mulheres atendidas pelos servicos. A legislacao protege todas as cidadas, independentemente de raca, orientacao sexual ou classe social. O grupo integra representantes LGBTQIAPN+ para ampliar o debate sobre barreiras de acesso.
A Lei numero 11.340 estabelece mecanismos de protecao e responsabilizacao desde 2006. A norma retira a violencia domestica da esfera privada. O texto exige respostas efetivas do Estado e da sociedade civil organizada.
A efetividade da lei demanda servicos de acolhimento e orcamento publico. O acesso a justica e a prevencao continuam como pilares essenciais. A legislacao abrange relacoes pessoais independentemente da orientacao sexual das envolvidas.

As organizacoes atuam diretamente nos territorios mais vulneraveis. Elas acolhem mulheres vitimizadas e produzem conhecimento especializado. O terceiro setor incide na criacao e no fortalecimento das politicas publicas de protecao.
A articulacao do ELO fortalece a voz coletiva das entidades. O GT de Mulheres transforma a data comemorativa em espaco de incidencia politica. As equipes mantêm viva a mobilizacao social em defesa dos direitos femininos.
2ª CONTERSE reúne líderes do Terceiro Setor em João Pessoa
Encontro promove debates sobre gestão e captação com palestrantes renomados para capacitar organizações em outubro.

João Pessoa recebe a segunda edição da Convenção Paraibana do Terceiro Setor nos dias 30 e 31 de outubro. O evento ocupa o Auditório do Shopping Sebrae entre 8 e 18 horas. A organização confirma a presença de Marcio Zeppelini entre os palestrantes do encontro. O público acessa informações e inscrições pelo site oficial www.contersepb.com.br.
O evento reúne contadores, advogados, gestores públicos e lideranças de organizações sociais. A programação apresenta palestras técnicas para o fortalecimento institucional do setor. Os participantes acompanham painéis sobre gestão, captação e desenvolvimento humano. A contadora Lilian Soares e o procurador Eduardo Sabo ministram palestras durante o encontro. A gestora Aline Teixeira também compartilha conteúdos sobre conexões e impacto social.

As organizações sociais ampliam seus conhecimentos práticos sobre gestão e eficiência administrativa. Os gestores aprendem ferramentas de captação baseadas na trajetória de especialistas renomados. A troca de experiências fortalece a atuação de institutos, associações e fundações em todo o país. As entidades aplicam novos aprendizados para potencializar a transformação social em suas comunidades.
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