A ferramenta Sabiá-4 facilita o acesso a fontes oficiais como IBGE e Portal da Transparência para diversos setores.

A Equipe Conjunta apresentou a tecnologia Sabiá-4 e a plataforma Data Ocean. A ferramenta reúne dados oficiais com abrangência nacional e foco no território brasileiro. Vários perfis utilizam o sistema, incluindo gestores públicos, pesquisadores, jornalistas e organizações da sociedade civil. O sistema atende qualquer pessoa interessada em compreender e comunicar informações públicas com agilidade.
A plataforma conecta inteligência artificial diretamente a dezenas de bases públicas nacionais. O sistema consulta fontes como IBGE, Banco Central, DATASUS, INEP, INPE, Receita Federal e Portal da Transparência. A ferramenta apresenta os números acompanhados da sua origem exata. Além disso, o software cruza bases de dados, executa cálculos e gera gráficos automaticamente.

Organizações da sociedade civil ganham agilidade para monitorar políticas públicas e transparência. A solução facilita diagnósticos territoriais e embasa decisões em evidências confiáveis. A ferramenta reduz barreiras técnicas na consulta a bases públicas complexas e dispersas. O material original ressalta, contudo, que ainda não há aplicações específicas detalhadas para as OSCs.
OSCs do Amazonas assinam carta politica por parcerias adequadas a realidade local
Documento aprovado na Caravana MROSC cobra atualizacao de regras do TCE e consideracao do fator amazonico em editais.

Entidades da sociedade civil do Amazonas assinaram a Carta Politica pelo fortalecimento das organizacoes. O evento ocorreu em Manaus nos dias 24 e 25 de setembro na Caravana MROSC no Meu Estado. Dez entidades locais assinaram o documento final, incluindo a Oca Amazonia e o Instituto Rainha de Fatima. Os participantes direcionaram o texto a governos locais, orgãos de controle e instituicoes financiadoras.
O documento propoe a inclusao do fator amazonico nos editais e chamamentos publicos do estado. As propostas exigem a adaptacao de prazos e recursos aos desafios de transporte fluvial e conectividade. A plenaria solicita a atualizacao das normas do Tribunal de Contas do Estado do Amazonas ao MROSC. As regras devem priorizar o monitoramento e a prestacao de contas focados em resultados efetivos.
As propostas ampliam as oportunidades para pequenas organizacoes atuantes nos municipios do interior. As entidades signatarias articulam a entrega oficial do texto aos orgãos competentes da regiao. Uma comissao da plenaria final acompanhara a evolucao dos encaminhamentos e das demandas acordadas. As medidas fortalecem a formacao continuada e a sustentabilidade das instituicoes do terceiro setor.
Comunidades do Amazonas criam brigadas próprias contra queimadas na floresta
Iniciativa da ONG Casa do Rio formou 41 voluntários em Careiro para combater o fogo e proteger territórios tradicionais.

O estado do Amazonas registrou um aumento expressivo nos focos de calor durante os meses de setembro e outubro. O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais identificou 5.647 focos de incêndio nos primeiros 19 dias de outubro. A fumaça encobriu a capital Manaus e afetou diretamente a saúde da população local. A plataforma IQAir registrou o pior índice mundial de qualidade do ar no dia 17 de outubro. Diante disso, as autoridades suspenderam aulas e cancelaram eventos do aniversário de 357 anos de Manaus.
A ONG Casa do Rio fundou a Brigada Cabocla entre 2023 e 2024 no município de Careiro. A instituição realizou uma parceria com o Prevfogo para formar e certificar 41 brigadistas comunitários. Os voluntários pertencem a quatro comunidades afetadas por altos índices de queimadas na região. O Prevfogo disponibilizou treinamentos, fardamento e equipamentos básicos para a atuação do grupo em campo.
A experiência da Casa do Rio mostra como entidades do terceiro setor suprem lacunas de proteção ambiental no interior. Os voluntários enfrentam sérios problemas com distâncias geográficas e falta de equipamentos de qualidade. As equipes comunitárias também sofrem resistência de moradores ao combater incêndios em pastagens e propriedades privadas. A porta-voz Francimar Araújo defende apoio contínuo do poder público e investimentos em educação ambiental nas comunidades.
O Ingesto é mantido exclusivamente por doações voluntárias.
Se este conteúdo foi útil para você, considere apoiar a manutenção da plataforma.
Leva menos de um minuto.