O conteúdo mostra que pequenas OSCs, mesmo sem arrecadação recorrente e sem estrutura profissional robusta, podem buscar demonstrar sustentabilidade financeira de forma proporcional ao seu porte. Em vez de tentar aparentar uma solidez que não possuem, essas organizações devem comprovar continuidade institucional, capacidade de mobilização de recursos, controle de despesas, uso estratégico de apoios não financeiros, governança mínima e algum planejamento básico. A sustentabilidade, nesse caso, não é apresentada como abundância, mas como capacidade real de seguir funcionando com coerência, prudência e organização.

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O terceiro setor está entrando em um ciclo de maior seletividade institucional, impulsionado pela combinação de exigências regulatórias, aumento da competição por recursos e maior rigor dos financiadores. Esse movimento reduz o espaço para organizações com estrutura informal.

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Captação de Recursos no Terceiro Setor!

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  • 10 de abril de 2026
  • 5 minutos de leitura

Confira as últimas notícias do terceiro setor: recordes de captação na Lei Rouanet em 2026, novos editais do Instituto Marielle Franco, Fundo Ecos, CUFA e Fundo Casa Socioambiental.

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Redes colaborativas entre organizações sociais têm ampliado o alcance de projetos em regiões rurais, especialmente nas áreas de educação, segurança alimentar e geração de renda.

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A profissionalização das organizações do terceiro setor deixou de ser um diferencial e passou a ser uma condição de sobrevivência. Em um ambiente cada vez mais regulado, competitivo e orientado por resultados, não basta ter uma boa causa — é preciso demonstrar capacidade de gestão, transparência e entrega concreta de impacto. Organizações que não estruturam minimamente sua governança, seu financeiro e seus projetos acabam ficando à margem das oportunidades mais relevantes, especialmente aquelas que envolvem recursos públicos ou grandes financiadores privados.

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