Esse relatório é a base da leitura sobre “resiliência sistêmica”.
Ele mostra claramente a mudança de foco para riscos interconectados (clima, economia, tecnologia) e a necessidade de estruturas mais resilientes — o que impacta diretamente como financiadores pensam o Terceiro Setor.
Esse material trata de confiança institucional e governança, incluindo o papel de transparência, dados e prestação de contas.
É um dos principais referenciais usados por governos e organismos internacionais para definir exigências sobre OSCs.
Recursos relevantes, regras mais duras e uso estratégico de dados estão redefinindo o setor Itaipu abre edital de R$ 90 milhões para OSCs! Edital reforça financiamento em escala territorial A Itaipu Binacional lançou um edital de R$ 90 milhões voltado ao fortalecimento de organizações da sociedade civil em centenas de municípios do Paraná e Mato […]
No terceiro setor, due diligence funciona como uma checagem estruturada da organização e dos riscos da parceria antes de doar, contratar, investir socialmente ou firmar convênio com uma OSC. Na prática, a pergunta é: essa entidade é legítima, bem gerida, capaz de executar o projeto e segura do ponto de vista jurídico, financeiro e reputacional? O tema faz ainda mais sentido no Brasil porque as parcerias com a administração pública seguem o MROSC (Lei 13.019/2014), que criou regras próprias para termos de fomento, colaboração e acordo de cooperação.