Observatório realiza 16ª live sobre protagonismo jovem no Terceiro Setor

  • 31 de August de 2026
  • Redação IA + Curadoria Humana
  • 3 min read

Encontro quinzenal reúne Marina Pechlivanis e Samara Moura para debater educação, cultura e voluntariado transformador.

Marina Pechlivanis comanda a 16ª live do ano no Observatório do Terceiro Setor nesta quinta-feira, dia 27. A transmissão recebe Samara Moura, fundadora do Projeto Terrávia. A convidada trabalha como percussionista, arte-educadora e produtora cultural.

A Plataforma de Educação para Gentileza e Generosidade produz o ciclo de lives a cada quinze dias. A iniciativa integra a sexta série de encontros em parceria com a Umbigo do Mundo. Os episódios apresentam jovens lideranças e empreendedores sociais. O programa debate o papel da juventude e incentiva práticas de voluntariado transformador.

O projeto oferece vitrine para iniciativas sociais criadas por jovens lideranças. Organizações da sociedade civil acompanham cases práticos de educação, cultura e sustentabilidade. As entidades utilizam esses exemplos para fortalecer suas próprias redes de voluntariado e mobilização.

Observatorio 3 Setor

IDIS aponta prestação de contas como ativo estratégico para sustentabilidade de OSCs

Especialistas do IDIS orientam organizações a integrar gestão financeira e execução técnica para fortalecer a transparência.

Especialistas do IDIS publicaram orientações sobre prestação de contas em Organizações da Sociedade Civil. Marcelo Destito, Agatha Pires e Vitória Vivian assinam a análise do instituto. Os autores afirmam que prestar contas vai além de cumprir obrigações administrativas. A prática fortalece a confiança de financiadores e amplia a captação de recursos.

O processo de prestação de contas começa na elaboração do orçamento da OSC. A entidade deve definir categorias de despesas e critérios de uso das rubricas desde o início. As equipes devem manter registro contínuo das movimentações e separar o fluxo de caixa por projeto. Práticas como conciliação bancária periódica e cotação para compras evitam inconsistências e glosas na prestação final. Rateios de custos fixos também exigem critérios claros pactuados com apoiadores.

Organizações de pequeno e médio porte garantem maior segurança reputacional ao adotarem esses procedimentos. A boa governança financeira protege a instituição contra falhas e perdas de documentos. Além disso, a transparência amplia as chances de renovação de parcerias no terceiro setor. A integridade dos relatórios reduz a cautela de investidores sociais e fortalece todo o ecossistema filantrópico.

IDIS

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