Pesquisa da Comunitas revela que repasses para organizações da sociedade civil alcançaram R$ 769 milhões no país.

A Comunitas lançou o estudo Benchmarking do Investimento Social Corporativo 2026. Patricia Loyola, João Morais e Regina Esteves coordenaram o levantamento nacional. As empresas participantes direcionaram R$ 5,76 bilhões ao investimento social em 2025. A rede BISC destinou R$ 769 milhões diretamente para 9.824 entidades brasileiras.
O relatório analisa a estrutura do financiamento empresarial no Brasil. A pesquisa destaca o repasse para o desenvolvimento institucional das entidades. Os investidores apoiam gestões por meio de mentorias, formações e recursos flexíveis. O valor mediano repassado para fortalecimento interno atingiu R$ 975 mil por grupo. Esse montante equivale a 17,4% da mediana total dos repasses direcionados.
As organizações da sociedade civil ganham espaço nas negociações de custos indiretos. Os gestores de captação utilizam esses indicadores para qualificar o diálogo com financiadores. Entidades negociam parcerias plurianuais e transições de financiamento com maior embasamento. As instituições buscam superar a falta de verbas destinadas ao desenvolvimento estrutural.
Organizações debatem avanços e desafios do MROSC em webinar sobre a Lei 13.019
Encontro promovido por Fundação AMAGGI, Instituto ACP e FAOSC aborda governança e termos de parceria para o terceiro setor.

A Fundação AMAGGI, o Instituto ACP e a FAOSC realizaram o webinar sobre o MROSC. O evento debate os fundamentos da Lei 13.019 de 2014 nas relações públicas. As entidades direcionam a apresentação para gestores de organizações da sociedade civil e conselheiros.
O encontro detalha os instrumentos de termo de fomento e termo de colaboração. O debate engloba também o acordo de cooperação e as regras do chamamento público. Os debatedores explicam a prestação de contas focada no cumprimento do objeto pactuado.
As organizações fortalecem a gestão interna quando aplicam autodiagnóstico e transparência. A adequação jurídica eleva a capacidade das entidades na busca por perenidade. Essas práticas sustentam a celebração de parcerias mais eficientes com o setor público.
FEAC e ANDI lançam guia de comunicação sobre violência de gênero
Material orienta OSCs na produção de conteúdos éticos e previne sensacionalismo e revitimização de vítimas.

A Fundação FEAC e a ANDI Comunicação e Direitos publicaram o Guia para uma Comunicação Responsável sobre Violência de Gênero.
A autora Mabel Dias dos Santos produziu o conteúdo sob supervisão editorial de Ana Potyara Tavares.
A publicação possui abrangência nacional e inclui referências territoriais específicas sobre o município de Campinas.
O manual orienta a escolha consciente de linguagem, imagens, fontes de informação e enquadramentos éticos.
O texto ensina os profissionais a evitarem estereótipos, culpabilização das vítimas, sensacionalismo e revitimização.
O material aborda conceitos centrais como interseccionalidade, identidade de gênero e defesa dos direitos humanos.
Gestores de organizações da sociedade civil aplicam as diretrizes na elaboração de campanhas e notícias institucionais.
O documento auxilia as entidades na construção de protocolos internos para mitigar riscos de abordagens inadequadas.
As equipes encontram dados, redes de apoio e legislação para qualificar a atuação pública do terceiro setor.
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