Estudo BISC 2026 aponta investimento de R$ 5,76 bilhões em ações sociais

  • 11 de October de 2026
  • Redação IA + Curadoria Humana
  • 3 min read

Pesquisa da Comunitas revela que repasses para organizações da sociedade civil alcançaram R$ 769 milhões no país.

A Comunitas lançou o estudo Benchmarking do Investimento Social Corporativo 2026. Patricia Loyola, João Morais e Regina Esteves coordenaram o levantamento nacional. As empresas participantes direcionaram R$ 5,76 bilhões ao investimento social em 2025. A rede BISC destinou R$ 769 milhões diretamente para 9.824 entidades brasileiras.

O relatório analisa a estrutura do financiamento empresarial no Brasil. A pesquisa destaca o repasse para o desenvolvimento institucional das entidades. Os investidores apoiam gestões por meio de mentorias, formações e recursos flexíveis. O valor mediano repassado para fortalecimento interno atingiu R$ 975 mil por grupo. Esse montante equivale a 17,4% da mediana total dos repasses direcionados.

As organizações da sociedade civil ganham espaço nas negociações de custos indiretos. Os gestores de captação utilizam esses indicadores para qualificar o diálogo com financiadores. Entidades negociam parcerias plurianuais e transições de financiamento com maior embasamento. As instituições buscam superar a falta de verbas destinadas ao desenvolvimento estrutural.

Conjunta

Organizações debatem avanços e desafios do MROSC em webinar sobre a Lei 13.019

Encontro promovido por Fundação AMAGGI, Instituto ACP e FAOSC aborda governança e termos de parceria para o terceiro setor.

A Fundação AMAGGI, o Instituto ACP e a FAOSC realizaram o webinar sobre o MROSC. O evento debate os fundamentos da Lei 13.019 de 2014 nas relações públicas. As entidades direcionam a apresentação para gestores de organizações da sociedade civil e conselheiros.

O encontro detalha os instrumentos de termo de fomento e termo de colaboração. O debate engloba também o acordo de cooperação e as regras do chamamento público. Os debatedores explicam a prestação de contas focada no cumprimento do objeto pactuado.

As organizações fortalecem a gestão interna quando aplicam autodiagnóstico e transparência. A adequação jurídica eleva a capacidade das entidades na busca por perenidade. Essas práticas sustentam a celebração de parcerias mais eficientes com o setor público.

Conjunta

FEAC e ANDI lançam guia de comunicação sobre violência de gênero

Material orienta OSCs na produção de conteúdos éticos e previne sensacionalismo e revitimização de vítimas.

A Fundação FEAC e a ANDI Comunicação e Direitos publicaram o Guia para uma Comunicação Responsável sobre Violência de Gênero.

A autora Mabel Dias dos Santos produziu o conteúdo sob supervisão editorial de Ana Potyara Tavares.

A publicação possui abrangência nacional e inclui referências territoriais específicas sobre o município de Campinas.

O manual orienta a escolha consciente de linguagem, imagens, fontes de informação e enquadramentos éticos.

O texto ensina os profissionais a evitarem estereótipos, culpabilização das vítimas, sensacionalismo e revitimização.

O material aborda conceitos centrais como interseccionalidade, identidade de gênero e defesa dos direitos humanos.

Gestores de organizações da sociedade civil aplicam as diretrizes na elaboração de campanhas e notícias institucionais.

O documento auxilia as entidades na construção de protocolos internos para mitigar riscos de abordagens inadequadas.

As equipes encontram dados, redes de apoio e legislação para qualificar a atuação pública do terceiro setor.

Conjunta

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