A Caixa Econômica Federal abriu inscrições para a Chamada Caixa Cidadania Financeira 001/2026, destinando R$ 10 milhões a projetos sociais. O foco é a educação financeira, inclusão produtiva e geração de renda para famílias brasileiras. Entidades privadas sem fins lucrativos e cooperativas sociais que desenvolvam ações de impacto comunitário e transformação social podem participar. As inscrições estão abertas até 22 de maio de 2026, com o objetivo de apoiar iniciativas em comunidades vulneráveis e grupos em situação de vulnerabilidade social .
A regulamentação das apostas esportivas no Brasil abriu espaço para um novo debate dentro do Terceiro Setor: organizações sem fins lucrativos devem aceitar recursos de BETs? O tema envolve aspectos jurídicos, regulatórios, éticos e reputacionais. Embora não exista proibição legal expressa para o recebimento de recursos provenientes de empresas de apostas autorizadas, especialistas alertam para riscos relacionados à coerência institucional, proteção de públicos vulneráveis e reputação organizacional. O conteúdo analisa os principais argumentos favoráveis e contrários, os cuidados jurídicos necessários e os impactos institucionais dessa relação.
O radar semanal de editais para o terceiro setor é uma ferramenta estratégica que consolida, organiza e interpreta oportunidades reais de financiamento disponíveis para organizações da sociedade civil no Brasil e no exterior. Mais do que listar editais, o objetivo é reduzir ruído informacional e permitir que as organizações tenham clareza sobre onde estão as oportunidades relevantes, quais são suas exigências e qual o nível de aderência necessário para participação. Em um ambiente cada vez mais competitivo, acessar o edital certo passa a ser tão importante quanto elaborar um bom projeto.
O conteúdo mostra que pequenas OSCs, mesmo sem arrecadação recorrente e sem estrutura profissional robusta, podem buscar demonstrar sustentabilidade financeira de forma proporcional ao seu porte. Em vez de tentar aparentar uma solidez que não possuem, essas organizações devem comprovar continuidade institucional, capacidade de mobilização de recursos, controle de despesas, uso estratégico de apoios não financeiros, governança mínima e algum planejamento básico. A sustentabilidade, nesse caso, não é apresentada como abundância, mas como capacidade real de seguir funcionando com coerência, prudência e organização.
A filantropia corporativa atravessa uma transformação relevante, deixando de operar predominantemente como doação baseada em afinidade institucional para adotar uma lógica mais próxima de investimento. Isso não significa que o propósito social tenha sido substituído por interesses financeiros, mas sim que os recursos destinados ao terceiro setor passaram a ser alocados com maior racionalidade, critérios e expectativa de retorno